Sinto falta do passado,
Adorando o presente,
Ansiando o futuro.
Deambulando pela vida,
Tento andar,
Com as minhas pernas,
Com as de outrem,
Com as de ninguém,
Observar e concluir,
Sem pensar,
Nem tudo o que parece é,
No entanto, quando partimos
do que vemos e sentimos,
O que parece passa a ser
sem mais nem porquês.
Nada me tira mais o sono
Que o ruído do pensamento
Em efeito máquina de lavar
No meu cérebro!
Quem me dera não pensar,
Dançar, escrever, amar,
E,
Nunca pensar...
O que tiver que ser, é.