Horas e horas,
Passadas a ler,
Gestos indigestos,
Cumpridos para ter
O hoje, amanhã
Não sei onde estarei
Mas acabarei, por dizer
Foi lá que ancorei
Esta nau Catrineta
Esculpida com caneta,
Com tinta derretida
Vendo o sol na borboleta
Vendo as cores do dia
Azul e laranja,
Verde e amarelo
Guio-me no branco, das nuvens
para esvaziar o pensamento
Perdido,
Difuso,
Esquecido,
Encontrado,
molhado como qualquer ser sem efeito,
Que molha aquele e o outro sem ter qualquer respeito
Pela vida destemida
Curta e oprimida
Assim vejo o meu mundo,
à espera,
De ver terra à vista!
Aquilo que somos, o que fazemos, o que vivemos... O correcto e o incorrecto... O que realmente fazemos aqui e que conclusões devemos retirar ao final do dia, da semana, do mês, do ano... O que seriamos se não agisse-mos como ser emocional?
domingo, 18 de agosto de 2013
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Bebé de quatro patas!
Entro no comboio,
Sento-me com o fato de salvador vestido,
Em urgência te procuro recolher.
A viagem dura,
A ânsia aumenta,
As pupilas dilatam,
Ao nada cheguei para te ir buscar.
3kg vi cambalear,
Vi o medo nos teus olhos;
Calma, estou aqui para ajudar.
Enrolo-te na toalha,
Encosto-te ao meu peito,
Ainda respiras...
Começou a luta contra o tempo,
Contra tudo e contra todos,
Corro nos carris,
Sempre com a missão,
De te dar uma vida feliz,
Água mal bebes,
Pão mal comes.
A pé te levei,
Dor já não sento nas pernas,
Vou-te erguer de novo!
Sempre ao teu lado esperei,
Felizmente o teu olhar já me sorria!
O tempo passou...
A caga tacos já cresceu,
De 3 para 20 e muitos passaste
E, este episódio ainda ontem aconteceu.
És a minha cria de quatro patas,
Que jurei criar,
Os dentinhos perdeste,
À maturidade chegaste.
Espero-te no futuro,
Acompanhando-te no presente,
No passado vem a história
que juntos vivemos,
Desde a caixinha ambulante
na qual viveste,
Ao puff do dono
no qual cresceste!
Sento-me com o fato de salvador vestido,
Em urgência te procuro recolher.
A viagem dura,
A ânsia aumenta,
As pupilas dilatam,
Ao nada cheguei para te ir buscar.
3kg vi cambalear,
Vi o medo nos teus olhos;
Calma, estou aqui para ajudar.
Enrolo-te na toalha,
Encosto-te ao meu peito,
Ainda respiras...
Começou a luta contra o tempo,
Contra tudo e contra todos,
Corro nos carris,
Sempre com a missão,
De te dar uma vida feliz,
Água mal bebes,
Pão mal comes.
A pé te levei,
Dor já não sento nas pernas,
Vou-te erguer de novo!
Sempre ao teu lado esperei,
Felizmente o teu olhar já me sorria!
O tempo passou...
A caga tacos já cresceu,
De 3 para 20 e muitos passaste
E, este episódio ainda ontem aconteceu.
És a minha cria de quatro patas,
Que jurei criar,
Os dentinhos perdeste,
À maturidade chegaste.
Espero-te no futuro,
Acompanhando-te no presente,
No passado vem a história
que juntos vivemos,
Desde a caixinha ambulante
na qual viveste,
Ao puff do dono
no qual cresceste!
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| Swag: 10 meses, 26,5kg, feliz e saudável! |
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